Algés

 

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    Dados Demográficos

    Área - 1,98 km2
    População residente - 22.273
    População presente - 21.169
    Residentes por Km2 - 11.249
    Homens - 10.317
    % Homens - 46,32
    Mulheres - 11.956
    % Mulheres - 53,68
    Famílias - 9.562
    Edifícios - 1.318
    Alojamentos - 11.680

     

    Locais de interesse

    O Antigo Convento de S. José de Ribamar, a Capela de Nossa Senhora do Cabo, o Palácio Anjos, o Centro de Arte Manuel de Brito – CAMB, o Cruzeiro de Algés, o Jardim Municipal de Algés, o Palácio Ribamar, e o Parque Urbano Prof. Francisco Caldeira Cabral.

     

    Elevação a Vila da Localidade de Algés

    Em reunião plenária da Assembleia da República de 20 de junho de 1991, a localidade de Algés foi elevada a Vila, mediante a aprovação da Lei n.º 86/91 de 16 de agosto, publicada no Diário da República I Série-A, n.º 187 de 16 de agosto de 1991. Sendo Presidente da Assembleia da República, Vítor Pereira Crespo.

    Lei n.º 86/91 de 16 de agosto

    Criação da Freguesia de Algés

    A Assembleia da República, no uso da competência conferida pela Constituição da República Portuguesa, em reunião plenária de 27 de maio de 1993, criou no Concelho de Oeiras a Freguesia de Algés, abrangendo os núcleos populacionais de Algés e Miraflores. A sua criação vem referida na Lei n.º 17–I/93, sendo publicada no Diário da República, I Série-A, n.º 135, de 11 de junho de 1993.

    Lei n.º 17-I/93 de 11 de junho

    Criação da União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo (UFALCD)

    Face à aplicação da Lei n.º 22/2012 de 30 de maio que concebeu e aprovou o regime jurídico de reorganização administrativa territorial autárquica e tendo em consideração a proposta da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT), presente no Anexo I da Lei n.º 11-A/2013 de 28 de janeiro, ocorreu a agregação da Freguesia de Algés, com a Freguesia de Linda-a-Velha e a Freguesia de Cruz Quebrada-Dafundo, dando origem à União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo, sendo a sua sede em Algés.

    Lei n.º 22/2012 de 30 de maio
    Lei n.º 11-A/2013 de 28 de janeiro 

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    Algés é a sede da União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo (UFALCD). É delimitada a norte pela União das Freguesias de Carnaxide e Queijas, a oeste com as delegações de Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo da UFALCD, e a este com a Freguesia de Belém que pertence ao Concelho de Lisboa.

     

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    Algés constitui a porta de entrada do concelho para quem se desloca de Lisboa. Dada a sua proximidade e acessibilidade a Lisboa, foi dos primeiros lugares do Concelho de Oeiras a transformar-se em área residencial de grande densidade, com a construção de edifícios representativos de diversas épocas.

    A origem de Algés remonta ao tempo da ocupação árabe, tendo sido estabelecido então, por razões de segurança e na opinião de alguns autores até ao século XIV, um pequeno aglomerado que se localizava na parte mais elevada da atual vila, hoje conhecida por Algés de Cima. As principais atividades desenvolvidas eram a agricultura, designadamente o cultivo de produtos hortícolas e pomares, cujos produtos já se encaminhavam para o abastecimento de Lisboa.

    A ocupação dos terrenos da encosta até ao vale da Ribeira de Algés dá-se por volta do século XVI, momento em que se inicia a construção de fortificações ao longo da margem direita do Rio Tejo.

    A realização do aterro na zona ribeirinha, em 1890, destinado à instalação da via-férrea, criou as condições para a ocupação da parte mais baixa de Algés. Dinamizando o crescimento deste aglomerado urbano. Por esta altura, Algés começa a ser procurada por banhistas, como local para recreio e lazer, consequência da melhor acessibilidade.

    As carreiras de elétrico, entre o Cais do Sodré e Algés e de "trens", entre Algés e Carnaxide, têm início nos primeiros anos do século XX. O aumento da acessibilidade, causado pela abertura de avenidas na baixa de Algés e pela construção da Estrada Marginal nos anos 40, é responsável pela promoção da sua ocupação urbana e pela definição do perfil funcional deste lugar, em termos de atividade económica e de oferta de equipamentos.

    Apesar do desenvolvimento de Algés estar profundamente relacionado com a proximidade à capital, esta situação não lhe retirou a identidade própria, antes pelo contrário, esta tem vindo a ser reforçada pelo trabalho de preservação do importante património histórico, cultural e paisagístico.

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    Brasão

     

    Alges

     

     

    - Escudo de azul;
    - Cruzeiro de ouro com sua base em contra-chefe;
    - Ponte de um arco de prata, lavrada de negro, movente dos flancos e firmada num pé ondeado de prata e verde;
    - Coroa mural de prata de quatro torres.

    Publicada no Diário da República III Série n.º 285, de 11 de dezembro de 1997